Existe o sabe-tudo e o sabe-experiência. O Walcyr Carrasco e a Rede Globo são os "SABE-TUDO" DO AUTISMO e a atriz não sabe interpretar. Ontem me deu vontade de rir de tanta ignorância junta numa dramaturgia fajuta e comercial. Existe o sabe-experiência. São aqueles que veneram a Rede Globo. E existe o sabe-nada como Eu, que ainda não conheço nada do autismo, embora seja mãe de um autista, já ter vivido várias experiências no autismo, inusitadas por assim dizer.
Só uma coisa, o André dá beijos em todos que passam pela vida dele. Só rindo mesmo de ser uma "Sabe-nada". Graças a Deus.
Blog do André Luís Rian, rapaz autista que quer conversar com você sobre os problemas soluções do autismo...
quarta-feira, 5 de junho de 2013
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Será????
A Rede Globo começa a explorar o autismo comercialmente. Não é não?
Estaria fazendo de graça para dizer que ganhou qualquer ISO da RS ou mesmo a fama de que denuncia o tráfico humano. Faça-me o favor. Até quando as mazelas serão exploradas pelo peudo-interesse destes mesquinhos mercadores. Que Deus possa ter pena destas pobres almas que na verdade só pregam a exclusão, a vantagem competitiva e o interesse desumano.
Sinceramente, isto com toda sinceridade mesmo, estou pagando para ver. Quem está de fora, por mais que seja um excelente ator ou atriz, não vivenciou o autismo mitigado, no dia a dia cheio de bençãos, a espiritualidade do autismo. Já foi provado nesta Rede Globo o quanto ela é capaz de denegrir a imagem dos nossos filhos e o negócio dela é comercial, não espiritual. Pode até ser que ela dê conta (tanto a Globo, quanto o autor (muito excêntrico para meu gosto), e a própria atriz (fez uma personagem caliente na novela Gabriela) terão em mente sempre o lado do ganha-pão, ganha-imagem, ganha-vantagem.
O autismo tem que ver vivido numa tela sem ônus algum para os nossos filhos. Por isto, estou pagando para ver. Qualquer deslize, novamente, com toda sinceridade, coloco a boca no trombone. Nasci para lutar pelos nossos filhos. E tenho uma amarra desta Rede Globo que não sei não viu. Acalme-se Silvânia.
Estaria fazendo de graça para dizer que ganhou qualquer ISO da RS ou mesmo a fama de que denuncia o tráfico humano. Faça-me o favor. Até quando as mazelas serão exploradas pelo peudo-interesse destes mesquinhos mercadores. Que Deus possa ter pena destas pobres almas que na verdade só pregam a exclusão, a vantagem competitiva e o interesse desumano.
Sinceramente, isto com toda sinceridade mesmo, estou pagando para ver. Quem está de fora, por mais que seja um excelente ator ou atriz, não vivenciou o autismo mitigado, no dia a dia cheio de bençãos, a espiritualidade do autismo. Já foi provado nesta Rede Globo o quanto ela é capaz de denegrir a imagem dos nossos filhos e o negócio dela é comercial, não espiritual. Pode até ser que ela dê conta (tanto a Globo, quanto o autor (muito excêntrico para meu gosto), e a própria atriz (fez uma personagem caliente na novela Gabriela) terão em mente sempre o lado do ganha-pão, ganha-imagem, ganha-vantagem.
O autismo tem que ver vivido numa tela sem ônus algum para os nossos filhos. Por isto, estou pagando para ver. Qualquer deslize, novamente, com toda sinceridade, coloco a boca no trombone. Nasci para lutar pelos nossos filhos. E tenho uma amarra desta Rede Globo que não sei não viu. Acalme-se Silvânia.
sábado, 11 de maio de 2013
CARONA SOLIDÁRIA
silvania mendonça almeida
margarida
Contam
a história que uma professora doutora, professora de universidade, foi demitida
de uma grande instituição no céu, por amar muito seus alunos. Mentores daquela
universidade ordenou que fosse embora e
nunca mais voltasse naquele céu, porque ela pediu uma carona solidária.
Ou seja, o céu não era exatamente um céu. Preconceito generalizado e mesmo nas
grades do céu, conseguiam fazer daquele
local uma prisão.
Muitos
anos se passaram e a professora tomou novos rumos na vida e tornou-se
veterinária, pois entre bichos sabia que nunca seria dispensada, vilipendiada e
ficar em humilhante situação. Tornou-se uma boa veterinária e sua especialidade,
a partir de então, era conversar e conviver com cães e gatos. E sentiu-se
feliz.
Entre
o céu e a veterinária está o autismo. Hoje, hoje, exatamente hoje, sabemos que
a carona solidária virou moda, que bichos, principalmente cães e gatos, fazem
as pessoas felizes. Há até campanha de carona solidária para cães e gatos. Como
este mundo dá voltas e lições de vida encaminham-se para nos ensinar, mesmo que
pessoas se tornem esquecidas. Principalmente, a vilipidez sempre desabrocha em
novas aprendizagens, pois a professora/veterinária
da carona solidária havia plantado a semente. Germinou e deu flores e frutos. E
a veterinária continua indiferente. Segue seu rumo de aprendizagem ajudando aos
animais como ajudava seus alunos. O importante é ser solidário e é isto que o
autista pede na Constituição, nas leis, nas gerações de pedidos solidários.
Céu,
veterinária, aprendizagem, carona solidária, todos devem aprender que o autista
precisa de uma única chance para ter a completude da sua dignidade humana e a
responsabilidade social desta dignidade nunca poderá ser tirada. Devem lhe dar
sempre a carona solidária do entendimento, da lucidez e do amor. E o autista nunca poderá ser demitido da vida
de ninguém.
Acontece
que muitos o demitem para sempre e se esquecem de que a vida espiritual fica
comprometida. Melhor então conviver com cães e gatos e tornar um veterinário
entendedor de autismo.
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Poema da tarde
Eu escrevia antes de você
Eu procurava sua essência
A cada linha
Mas quanta incoerência
Nada parecia preencher
Os vazios
Dentro de mim...
Mas essa descoberta
Foi diante de todas as dores
Que alguém pode sentir.
Minha semelhança
Diante do seu estado autistico
Inventamos adjetivos
Palavras e sentimentos
Que Caibam exatamente
Dentro do seu espaço
Mas não há
O mistério tem gosto amargo
Mas o conviver pode ser doce.
Não procurei invadir o seu mundo
Não permiti que invadisse o meu
Mas a aproximação foi lúdica e lenta
Nenhum desejo doentio de cura
Mas de amor!
Um olhar trocado
Um beijo roubado
Um sorriso fugidio
Em meio às lágrimas
Que eu derramava
Foi o mapa
Para encontrar-te
Autisticamente livre
Autisticamente feliz
Autisticamente amado!
Autora
Liê Ribeiro
Poetisa
MÃE DO GABRIEL/AUTISTA.
05/04/2013.
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Os caramujos, as ostras, as pérolas e a significância do dia 02 de abril.
silvania mendonça almeida margarida
O autista deve ficar a imaginar como é difícil para os caramujos subir escadas. Seus pequenos tentáculos, suas forma física, seu modo de ser criam enormes empecilhos para que o mais bonito do caramujo seja descoberto. Entre anéis e birotes, os caramujos tentam sobreviver. Uns ficam escondidos no fundo do mar com os seus segredos. Outros vão para a panela e são chamados de “escargot” na comida francesa. Comida “chic” para alguns! Deus me livre! Outros não passam de larvas e nunca se transformam na sua missão de caramujo. E, assim, a vida toda, não passam de lerdos bichinhos invertebrados que não conspiram a favor de nada.
Também, para alguns são encontrados em aquários de água doce. São encarados com um misto de amor e ódio. Por um lado, existem lindas variedades ornamentais, como a rosa, azul e leopardo. Por outro lado, geralmente aparecem como invasores indesejados, podendo formar grandes populações, sendo assim consideradas pragas pela maioria dos aquaristas. Como um agravante, muitas espécies estão envolvidas no ciclo de vida do agente da esquistossomose. E o Brasil é campeão nesta doença que mata.
Mas existe o caramujo azul em forma de arte. Isto não se pode esquecer neste singelo texto.
E as ostras? As ostras são mais imponentes neste mundo. Refiro-me às suas conchas. Também vira comida de gente rica. "Ostras são bivalves, o que significa que suas conchas são formadas de duas partes, as valvas. As valvas das conchas são mantidas juntas por um ligamento elástico. Este ligamento é posicionado onde as valvas se juntam, e usualmente as mantém abertas para que as ostras possam se alimentar.
Essas são as partes de uma ostra dentro da concha:
• boca (palpus), estômago, coração, intestinos, guelras, músculo abdutor, manto
Como a ostra cresce de tamanho, sua concha também deve crescer. O manto é um órgão que origina a concha da ostra, usando os minerais dos alimentos. O material criado pelo manto é chamado madrepérola. A madrepérola alinha o interior da concha.
A formação de uma pérola natural começa quando uma substância estranha desliza para dentro da ostra, entre o manto e a concha, o que irrita o manto. A reação natural da ostra é cobrir esta irritação para se proteger. O manto cobre a irritação com camadas da mesma substância de madrepérola, que é usada para criar a concha. Isto eventualmente forma uma pérola”.
Não se pode esquecer que existem ostras azuis em formas de caramujos e conchas neste singelo texto.
E as pérolas? As pérolas, como já explicado, estão dentro das conchas, ou das ostras, e ostras estão dentro dos caramujos, que estão dentro da arte azul.
Não se pode esquecer neste singelo texto que pérolas começam com uma substância estranha, reação natural da ostra para se proteger e caramujos se enroscam em si para se proteger.
E não se pode esquecer neste singelo texto que rainhas, reis, misses, misteres, senhores e senhoras descobrem pérolas azuis em seus colos, em seus contornos e em seus dias.
E a metáfora da ostra, do caramujo e da pérola cabe muito bem para o autista.
Ele é uma ostra em criação da sua madrepérola, um caramujo na imitação da sua arte e que no dia 02 de abril se desponta para sua conscientização mundial.
Cada caramujo tem seu dia de escargot. Cada ostra tem o seu dia de pérola, cada pérola tem seu dia de rainha. Cada autista tem o seu dia azul: 02 de abril de cada ano, para que todos possam descobrir neste singelo texto que dia azul, 02 de abril, é dedicado à pérola autista.
Por incrível que possa parecer o autista imagina. Imagina como deve ser difícil para o caramujo subir escadas, para a ostra fabricar a sua pérola, para a pérola libertar-se da sua ostra e para o autista libertar-se do seu eu.
Mas ele se liberta. Liberta-se e voa. Liberta-se e fala. De casulo vira borboleta. De passarinho no ninho em grande pássaro. Alado. Pergunta por todos, fala de todos e pede para ler. Conversa sobre planos, sobre pedras preciosas, sobre madrepérolas, sobre vida após a vida.
Quanto mais 02 de abril existir, mais ele se libertará. Quanto mais conscientização azul neste orbe acontecer, mais a pérola será burilada, mais a concha será aberta, mais caramujos subirão escadas. E por arte azul.
O autista não é um ser mutante entre o tudo e o nada. Não é um ser mutante entre o silêncio e a voz. O autista é o caramujo que anda e sobe escadas, é a concha que abre e se prodiga, é a ostra que dá de presente uma pérola. É o tudo no meio do nada. É a eterna aprendizagem que ninguém quer abarrotar, mas que a curiosidade dos ditos normais mata. Mata pela singeleza, pela angelicalidade, pela azulidade.
Não se pode esquecer neste singelo texto que amanhã são 02 de abril, dia mundial da conscientização do autismo, e que caramujos, conchas, ostras e pérolas irão comemorar. Todos aqueles que quiserem amar. Amar o anjo azul perolado, enroscado na arte de viver. E Deus sabe o que faz...
sábado, 23 de março de 2013
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
A Nova Geração: A visão Espírita sobre as crianças índigo e cristal.
(muito interessante esse assunto, quem não conhece, vai passar a entender o comportamento das crianças de hoje)
Desde os anos 70, aproximadamente, psicólogos, psicoterapeutas e pedagogos começaram a notar a presença de uma geração estranha, muito peculiar.
Tratava-se de crianças rebeldes, hiperativas que foram imediatamente catalogadas como crianças patologicamente necessitadas de apoio médico. Mais tarde, com as observações de outros psicólogos chegou-se à conclusão de que se trata de uma nova geração. Uma geração espiritual e especial, para este momento de grande transição de mundo de provas e de expiações que irá alcançar o nível de mundo de regeneração.
As crianças índigo são assim chamadas porque possuem uma aura na tonalidade azul, aquela tonalidade índigo dos blue jeans (Dra. Nancy Ann Tape).
O índigo é uma planta da Índia (indigofera tinctoria), da qual se extrai essa coloração que se aplicava em calças e hoje nas roupas em geral. Essas crianças índigo sempre apresentam um comportamento sui generis.
Desde cedo demonstram estar conscientes de que pertencem a uma geração especial. São crianças portadoras de alto nível de inteligência, e que, posteriormente, foram classificadas em quatro grupos: artistas, humanistas, conceituais e interdimensionais ou trans-dimensionais.
As crianças cristal são aquelas que apresentam uma aura alvinitente, razão pela qual passaram a ser denominadas dessa maneira.
A partir dos anos 80, ei-las reencarnando-se em massa, o que tem exigido uma necessária mudança de padrões metodológicos na pedagogia, uma nova psicoterapia a fim de serem atendidas, desde que serão as continuadoras do desenvolvimento intelecto-moral da Humanidade.
* A criança índigo tem absoluta consciência daquilo que está fazendo, é rebelde por temperamento, não fica em fila, não é capaz de permanecer sentada durante um determinado período, não teme ameaças...
Não é possível com essas crianças fazermos certos tipos de chantagem. É necessário dialogar, falar com naturalidade, conviver e amá-las.
* As Crianças Cristal representam a próxima etapa no processo evolutivo da humanidade, elas são simplesmente colocadas, na próxima geração das Crianças Índigo.
Mas onde as Crianças Índigo vieram para derrubar as velhas estruturas, sistemas e padrões, as Crianças Cristal vieram para nos mostrar um novo e melhor modo de ser.
Elas vieram para começar o processo de renovação e de reconstrução, depois que as Crianças Índigo vieram para desmantelar e remover modos velhos e limitantes de pensamento e de ser.
Elas nos mostrarão um modo de viver que incorpora somente a alegria, o amor, a paz e a harmonia.
Elas vieram para nos mostrar como viver de nossos corações e não de nossas cabeças, elas estão aqui para nos ajudar a reconectar com nossas emoções e a viver a vida a partir desta perspectiva.
-Divaldo Franco-
domingo, 3 de fevereiro de 2013
O futuro
silvânia mendonça almeida
O futuro. Existe coisa mais esquisita do que o futuro? Ele é o soberano! Medir os prós e os contras não faz parte do futuro. Ele é incerto. Inseguro, inabalável, exigível e à espreita. É em prol do futuro que vislumbramos o passado, passamos um filtro, fazemos uma triagem nas coisas boas que aconteceram para que elas permaneçam. Coisas e experiências boas devem permanecer do passado até ao futuro. Se jogamos fora, estamos jogando também fora os momentos felizes. Raros, ainda, neste planeta de expiação e provas.
Ah! O futuro. Ele depende do presente! O presente que deve ser repensado no passado e monticulado para a sua permanência no tempo! O presente e o tempo! Se conservamos ainda nosso baú das ilusões as coisas boas do passado, nesta mesma cesta de certezas, o presente entra como um alicerce de durabilidade. Durabilidade parece propaganda, mas se pensarmos na durabilidade, voltaremos atrás todas as vezes que precisarmos voltar para a garantia do futuro. Ou seja, o presente deve ser durável, silencioso, reflexivo, não afoito, não temeroso, não insano. Com ele construiremos o incerto futuro. Que talvez se tornará certo, muito certo e produtivo. O presente precisa da família, pois não somos uma ilha. O presente precisa da nossa maneira de conviver com os mais próximos, ou seremos tragados por uma imensa e enorme onda de orgulho e egoísmo, quando não pensamos nos nossos pais, nos nossos amigos, na nossa cidadania, da nossa soberania e liberdade.
Para se construir um futuro promissor, quem não sabe que devemos construir bases sólidas e alicerces. PRECISAMOS, SIM, OLHAR NOSSO MUNDO CIRCUNDANTE e não tão-somente o nosso umbigo. O futuro depende de não contrariar nossos pais e ensinar a nossa prole de onde viemos, porque estamos aqui e para onde vamos.
Temos que ser ungidos pela harmonização da Divindade Maior e criar uma família feliz. Família e futuro. Palavras que se bem conjugadas não terão incertezas. Frutos que serão colhidos dentro da maturidade, não do dia a dia, do momento do time querido (com todo respeito ao time querido é claro), mas que são momentos fugazes. A amizade no futuro não tão incerto, transborda. É plantada e cria raízes. Dá as folhas e brota os frutos.
E os frutos serão colhidos de acordo com a ceifa do passado, da permanência no presente e na alegria da prosperidade.
Por que em um dado momento, contrariar pais e a si mesmo. Contrariar amigos e colegas de trabalho. Deixar de cumprir o que se torna CIRCUNDANTE para as nossas relações e na linha do tempo publicará o seu espaço. Falo aqui de boas ações.
O futuro cobra as atitudes. O futuro cobra renúncias. O futuro cobra as maturidades do passado e do presente em prol da sua realização.
Assim é o caso do autismo. Precisamos ser meticulosos, coerentes, lembrar das conquistas do passado, vivenciar as conquistas do presente, para prepararmos um futuro para os nossos filhos autistas longe de todas agressões impostas pelas provas da vida.
E que o futuro seja sorridente e benfazejo com todos que o respeitam.
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