sábado, 23 de março de 2013


Por quanto tempo ainda teremos de dizer que as nossas crianças não precisam de agressões e sim de carinho constante? Revelar o autismo é saber que a alegria de um anjo azul em seu lar. Desperte para o dia O2 DE ABRIL. ELE ESTÁ CHEGANDO.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

A Nova Geração: A visão Espírita sobre as crianças índigo e cristal.



(muito interessante esse assunto, quem não conhece, vai passar a entender o comportamento das crianças de hoje)

Desde os anos 70, aproximadamente, psicólogos, psicoterapeutas e pedagogos começaram a notar a presença de uma geração estranha, muito peculiar.

Tratava-se de crianças rebeldes, hiperativas que foram imediatamente catalogadas como crianças patologicamente necessitadas de apoio médico. Mais tarde, com as observações de outros psicólogos chegou-se à conclusão de que se trata de uma nova geração. Uma geração espiritual e especial, para este momento de grande transição de mundo de provas e de expiações que irá alcançar o nível de mundo de regeneração.

As crianças índigo são assim chamadas porque possuem uma aura na tonalidade azul, aquela tonalidade índigo dos blue jeans (Dra. Nancy Ann Tape).

O índigo é uma planta da Índia (indigofera tinctoria), da qual se extrai essa coloração que se aplicava em calças e hoje nas roupas em geral. Essas crianças índigo sempre apresentam um comportamento sui generis.

Desde cedo demonstram estar conscientes de que pertencem a uma geração especial. São crianças portadoras de alto nível de inteligência, e que, posteriormente, foram classificadas em quatro grupos: artistas, humanistas, conceituais e interdimensionais ou trans-dimensionais.

As crianças cristal são aquelas que apresentam uma aura alvinitente, razão pela qual passaram a ser denominadas dessa maneira.

A partir dos anos 80, ei-las reencarnando-se em massa, o que tem exigido uma necessária mudança de padrões metodológicos na pedagogia, uma nova psicoterapia a fim de serem atendidas, desde que serão as continuadoras do desenvolvimento intelecto-moral da Humanidade.

* A criança índigo tem absoluta consciência daquilo que está fazendo, é rebelde por temperamento, não fica em fila, não é capaz de permanecer sentada durante um determinado período, não teme ameaças...

Não é possível com essas crianças fazermos certos tipos de chantagem. É necessário dialogar, falar com naturalidade, conviver e amá-las.

* As Crianças Cristal representam a próxima etapa no processo evolutivo da humanidade, elas são simplesmente colocadas, na próxima geração das Crianças Índigo.
Mas onde as Crianças Índigo vieram para derrubar as velhas estruturas, sistemas e padrões, as Crianças Cristal vieram para nos mostrar um novo e melhor modo de ser.

Elas vieram para começar o processo de renovação e de reconstrução, depois que as Crianças Índigo vieram para desmantelar e remover modos velhos e limitantes de pensamento e de ser.
Elas nos mostrarão um modo de viver que incorpora somente a alegria, o amor, a paz e a harmonia.

Elas vieram para nos mostrar como viver de nossos corações e não de nossas cabeças, elas estão aqui para nos ajudar a reconectar com nossas emoções e a viver a vida a partir desta perspectiva.

-Divaldo Franco-

domingo, 3 de fevereiro de 2013

O futuro



silvânia mendonça almeida 

O futuro. Existe coisa mais esquisita do que o futuro? Ele é o soberano! Medir os prós e os contras não faz parte do futuro. Ele é incerto. Inseguro, inabalável, exigível e à espreita. É em prol do futuro que vislumbramos o passado, passamos um filtro, fazemos uma triagem nas coisas boas que aconteceram para que elas permaneçam. Coisas e experiências boas devem permanecer do passado até ao futuro. Se jogamos fora, estamos jogando também fora os momentos felizes. Raros, ainda, neste planeta de expiação e provas. 

Ah! O futuro. Ele depende do presente! O presente que deve ser repensado no passado e monticulado para a sua permanência no tempo! O presente e o tempo! Se conservamos ainda nosso baú das ilusões as coisas boas do passado, nesta mesma cesta de certezas, o presente entra como um alicerce de durabilidade. Durabilidade parece propaganda, mas se pensarmos na durabilidade, voltaremos atrás todas as vezes que precisarmos voltar para a garantia do futuro. Ou seja, o presente deve ser durável, silencioso, reflexivo, não afoito, não temeroso, não insano. Com ele construiremos o incerto futuro. Que talvez se tornará certo, muito certo e produtivo. O presente precisa da família, pois não somos uma ilha. O presente precisa da nossa maneira de conviver com os mais próximos, ou seremos tragados por uma imensa e enorme onda de orgulho e egoísmo, quando não pensamos nos nossos pais, nos nossos amigos, na nossa cidadania, da nossa soberania e liberdade. 

Para se construir um futuro promissor, quem não sabe que devemos construir bases sólidas e alicerces. PRECISAMOS, SIM, OLHAR NOSSO MUNDO CIRCUNDANTE e não tão-somente o nosso umbigo. O futuro depende de não contrariar nossos pais e ensinar a nossa prole de onde viemos, porque estamos aqui e para onde vamos. 

Temos que ser ungidos pela harmonização da Divindade Maior e criar uma família feliz. Família e futuro. Palavras que se bem conjugadas não terão incertezas. Frutos que serão colhidos dentro da maturidade, não do dia a dia, do momento do time querido (com todo respeito ao time querido é claro), mas que são momentos fugazes. A amizade no futuro não tão incerto, transborda. É plantada e cria raízes. Dá as folhas e brota os frutos. 
E os frutos serão colhidos de acordo com a ceifa do passado, da permanência no presente e na alegria da prosperidade. 

Por que em um dado momento, contrariar pais e a si mesmo. Contrariar amigos e colegas de trabalho. Deixar de cumprir o que se torna CIRCUNDANTE para as nossas relações e na linha do tempo publicará o seu espaço. Falo aqui de boas ações.

O futuro cobra as atitudes. O futuro cobra renúncias. O futuro cobra as maturidades do passado e do presente em prol da sua realização.

Assim é o caso do autismo. Precisamos ser meticulosos, coerentes, lembrar das conquistas do passado, vivenciar as conquistas do presente, para prepararmos um futuro para os nossos filhos autistas longe de todas agressões impostas pelas provas da vida.
E que o futuro seja sorridente e benfazejo com todos que o respeitam.

O futuro



silvânia mendonça almeida 

O futuro. Existe coisa mais esquisita do que o futuro? Ele é o soberano! Medir os prós e os contras não faz parte do futuro. Ele é incerto. Inseguro, inabalável, exigível e à espreita. É em prol do futuro que vislumbramos o passado, passamos um filtro, fazemos uma triagem nas coisas boas que aconteceram para que elas permaneçam. Coisas e experiências boas devem permanecer do passado até ao futuro. Se jogamos fora, estamos jogando também fora os momentos felizes. Raros, ainda, neste planeta de expiação e provas. 

Ah! O futuro. Ele depende do presente! O presente que deve ser repensado no passado e monticulado para a sua permanência no tempo! O presente e o tempo! Se conservamos ainda nosso baú das ilusões as coisas boas do passado, nesta mesma cesta de certezas, o presente entra como um alicerce de durabilidade. Durabilidade parece propaganda, mas se pensarmos na durabilidade, voltaremos atrás todas as vezes que precisarmos voltar para a garantia do futuro. Ou seja, o presente deve ser durável, silencioso, reflexivo, não afoito, não temeroso, não insano. Com ele construiremos o incerto futuro. Que talvez se tornará certo, muito certo e produtivo. O presente precisa da família, pois não somos uma ilha. O presente precisa da nossa maneira de conviver com os mais próximos, ou seremos tragados por uma imensa e enorme onda de orgulho e egoísmo, quando não pensamos nos nossos pais, nos nossos amigos, na nossa cidadania, da nossa soberania e liberdade. 

Para se construir um futuro promissor, quem não sabe que devemos construir bases sólidas e alicerces. PRECISAMOS, SIM, OLHAR NOSSO MUNDO CIRCUNDANTE e não tão-somente o nosso umbigo. O futuro depende de não contrariar nossos pais e ensinar a nossa prole de onde viemos, porque estamos aqui e para onde vamos. 

Temos que ser ungidos pela harmonização da Divindade Maior e criar uma família feliz. Família e futuro. Palavras que se bem conjugadas não terão incertezas. Frutos que serão colhidos dentro da maturidade, não do dia a dia, do momento do time querido (com todo respeito ao time querido é claro), mas que são momentos fugazes. A amizade no futuro não tão incerto, transborda. É plantada e cria raízes. Dá as folhas e brota os frutos. 
E os frutos serão colhidos de acordo com a ceifa do passado, da permanência no presente e na alegria da prosperidade. 

Por que em um dado momento, contrariar pais e a si mesmo. Contrariar amigos e colegas de trabalho. Deixar de cumprir o que se torna CIRCUNDANTE para as nossas relações e na linha do tempo publicará o seu espaço. Falo aqui de boas ações.

O futuro cobra as atitudes. O futuro cobra renúncias. O futuro cobra as maturidades do passado e do presente em prol da sua realização.

Assim é o caso do autismo. Precisamos ser meticulosos, coerentes, lembrar das conquistas do passado, vivenciar as conquistas do presente, para prepararmos um futuro para os nossos filhos autistas longe de todas agressões impostas pelas provas da vida.
E que o futuro seja sorridente e benfazejo com todos que o respeitam.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

O meu inconsciente e o meu filho André Luís Rian.

silvania mendonça almeida margarida

Mãe de autista é por deveras ressentida. Um dia triste, um dia alegre. Um dia acha que está cumprindo a missão, que está indo tudo bem, outros, acha que ninguém se importa com ela, que não cumpriu como devia os anos passados. Que tudo poderia ser mais atencioso e adequado. Que precisa aprender e apreender muito sobre o autismo. Mesmo que se tenham passados mais anos do que experiências. Mãe de autista é ferrenhamente família. Não é verniz e sua primeira empacagem quando ofendida é chorar, chorar e mais chorar. Quantas e quantas vezes escutei a história tal do pensamento negativo. Nossa, chega a ser chato.

Mãe de autista tem personalidade forte, pode até chorar, chorar e mais chorar, mas sua personalidade é de enfrentamento e de honra, de estar na hora e no momento certo onde se deve estar. É conversar com médicos, juízes, terapeutas, professores. E pode até ter o tal pensamento negativo, mas é um pensamento real. Tipo: "vou deixando para a próxima, pois não deu nesta"

Para mãe de autista existe a realidade. Existe o ganhei algo nas atitudes inusitadas do meu filho. Ganhei uma estereotipia a menos.
Ganhei a força de alguém que possa me dar a mão. Uma corrente virtual é o grande exemplo.

Tudo que eu faço, tudo o que vivencio, ainda não cobre a multidão de indagações que tenho a fazer. Nos primeiros anos eu me perguntava: por que eu?. DEPOIS aprendi a compreender esta parte e passei a responder "sou eu porque fui escolhida sei lá por quem" em algum momento e em algum lugar para ter esta tarefa.
Ter a tarefa é uma coisa, Cumprir é outra.

Mãe de autista tem sim, o seu inconsciente abalado. Tem sentimento de perda. Explico-me: o meu mundo secreto inconsciente realmente existe com uma realidade diferente. Pela minha experiência, digo, pela minha experiência, não pode ser diferente. As últimas descobertas se desvendam e na minha possibilidade de explicação sinto que o lado oculto da minha mente é triste. Mas é uma tristeza factual.

Para mim, as oportunidades foram tremendamente escassas. São escassas por serem verdadeiras. Por amar muito o autismo, por amar muito o "jeito de ser" dos autistas. Por gostar da cor azul, por amar, amar muito ensinar, mas sem oportunidades para tanto.

O mundo é assim! O mundo é do verniz! O mundo são das aparências! Do primeiro contato, do dito normal e do corpo perfeito. Das roupas perfeitas e da pseudo-polidez.

Não se apresenta como o autismo, límpido e sereno, não se apresenta como uma mãe de um autista precisa ser: ferrenhamente família, com composição reticulada de que todos os compromissos que envolvem o filho amado são mais importantes.

Por tudo isto e por muito mais, há 20 anos escolhi colocar em pauta na Internet a vida do meu filho André Luís Rian. Não importa que o mundo saiba. Ele veio para servir de exemplo. E serve viu!
Como serve!

Ele é o autista e é ele que cuida de mim!
Ele é o autista e é ele que se preocupa comigo!
Ele é o considerado com atraso, mas é ele que me deita no colo!

Com os olhos vívidos me vigia, me espreita, me aconchega e me faz sorrir.

Várias foram as vezes que dormi no seu âmago, no seu peito e vi seu rosto lindo! Rosto que gostaria que tivesse uma namorada, alma que gostaria que frequentasse uma faculdade, ternura que gostaria que não fosse tão-somente minha. Mas não pode ser assim.

E segue a vida me vigiando. Acalentando-me.
A mais pura verdade é que ele sabe ler a minha alma, o meu tal pensamento negativo, ele é ferrenhamente família, está sempre perto de nós. Pouco fala, pouco pede, pouco explica.

André, muito aceita, muito traduz, muito luz.
Muito lindo! se choro não tem ninguém para me acariciar, a não ser ele, sempre na espreita, da forma dele, querendo que eu seja feliz.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

O autista, o sol e a saudade




silvania mendonça almeida margarida

Quantos brilhos irradiam o sol!
Ninguém sabe!
Só  se sabe que ele brilha como estrela que é
Vinte e quatro horas por dia
Se existe noite triste ou alegre
A culpa não é do astro rei
A culpa é do planeta e se rodopia em rotação
Para poder aprender a dicotomia da vida

A saudade é assim
Quantas tristezas se medem uma saudade
Ninguém sabe!
Só se sabe que ela tenta brilhar na  escuridão ou na luz
À espera de alguém
Ou de algo que se perdeu
A  culpa não é da saudade
A culpa são das pessoas que partiram  e deixaram para trás
A dicotomia da solidão

Quantas ilusões do autista feneceram
Ninguém sabe! Ninguém nunca ousa saber!
O autista é abandonado, vilipendiado!
Tratado como um ser sem evolução
Que incomoda e que traz nas mentes atrasadas
Desilusões e mais desilusões
A culpa não é do  autista
A culpa são das pessoas que nunca viveram a dádiva de conviver com o autismo
A dicotomia do não entendimento se faz presente nos corações inertes

E assim, o sol brilha na alma do autista e ele diz ao sol
Brilhe mais! Ilumine mais o meu coração feliz!
Sou feliz ao meu modo sem medo de errar
E assim, a saudade transmite na alma do autista e ele diz à saudade
Vá embora, mas fique por perto quando eu precisar
Sentirei saudades de amigos que valorizaram na minha caminhada perfeita
O autismo não tem culpas frente ao sol e à saudade
O autismo não tem medo de ser um colibri e um beija-flor
Que beija a saudade e sente intensa energia frente ao Sol!
Afinal! O autista entende a dicotomia da vida!
Coisa que os ditos normais (não gosto desta palavra)
Precisam aprender para ter paz...


quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Então! E continuam os malacabados dizeres sobre o autismo



Silvânia Mendonça Almeida Margarida

Então! O ano novo entrou com boas notícias para os autistas! Uma carta magna para os autistas como anuncia o escritor Nilton Salvador. E o escritor tem muito pelo o que ser feliz. Foi uma conquista sim. Nós estamos felizes. Nosso direito conquistado, após muitas lutas e sobrepesos nas nossas vidas. Soberania é algo tão difícil de ser conquistado. Ela é una, indivisível, estatal. Há uma palavra mestra que acompanha a soberania: a cidadania. A cidadania é algo também a ser conquistado. Aí é que está o nó da questão. Soberania e cidadania para os autistas parecem realidades proibidas, “malacabadas” como diz o blogueiro, na “falta da paz” como diz a escritora, “psicótica” como diz a psicóloga.

 Por que não podemos ser soberanos em algo? O que há de errado com o modus vivendi do autista quando se resolveu implicar com a  sua simplicidade e a única lei que os protege, calcada pelos interesses fundamentais e constitucionais, baseados nos Direitos Humanos. Pais que lutam, lutam, se organizam e, às vezes, transcendem suas próprias luzes para não “incomodar a dita sociedade implicante”, que quer vender jornalecos, pasquins, programas de quinta categoria e que são produzidos por aqueles que detêm o dinheiro. Na verdade, não estão nem aí para os aspectos culturais do autismo. Ele serve e como serve de exemplo. Exemplo máximo.  Mas disto eles não querem saber. Querem o sensacionalismo, querem, na verdade, ver o mundo autista pegar fogo. Só se esquecem de uma coisa antiga, dos tempos das cavernas. Somente a conquista leva a outra conquista. Somente a luta árdua leva a outra luta árdua. E,  a água que é azul apaga qualquer fogo. Somente para se entender. Metáfora ou não, a lei foi conquistada  e está aí para ser cumprida.

Para os “implicantes” que querem vender algo ou alguma ideia incauta, quer queiram, ou não, autistas, são conjunto dos cidadãos ativos, por seus pais, legítimos representantes ou por eles próprios, sob a égide da cidadania democrática, do princípio da supremacia constitucional e na vigência plena das garantias, das liberdades e dos direitos individuais e sociais. A Lei n. 12764/12 veio para garantir isto.  Para que o autista possa ser  estabelecido o bem comum, o ethos público, em toda região do Brasil, e de acordo com os preceitos da justiça social (a igualdade real), da soberania popular e consoante com a integralidade do conjunto orgânico dos direitos humanos, no tocante ao reconhecimento, defesa e promoção destes mesmos valores humanos.  É dever do Estado tornar-se inafastável sua obrigação de prover aos cidadãos todos os meios e formas de garantir esse direito tão importante e extremamente ligado ao direito maior, além da vida, a sua liberdade e suas garantias fundamentais. Sendo indiscutível o dever do Estado em garantir tais direitos, torna-se líquido e certo o escopo de pleitear a democracia. Imprescindíveis à dignidade humana e ao direito à liberdade serão a intensidade de manifestação da opinião popular, assim como, as diversas formas sociais de livre-arbítrio.  

Então? Quantos outros “psicóticos”, “malacabados”, “guerreados” dizeres teremos ainda que ouvir? Quantas asneiras teremos ainda que ler? Aceita-se uma falsa ideia de tolerância, como a maior de todas as virtudes. Mas não são os autistas que são intolerantes. Nem  é preciso continuar tão acirrado texto. Cansei.
Então? O autista não precisa comprar a paz, não precisa assistir programas de quinta categoria, não precisa vender jornalecos,  não precisa vender pasquins, não precisa vender a alma. A sua é feita de luz  e asas azuis. 

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Blogueiro da Folha de S. Paulo chama autistas e deficientes de "pessoas malacabadas"


Blogueiro da Folha de S. Paulo chama autistas e deficientes de "pessoas malacabadas"


Blogueiro da Folha de São Paulo chama autistas e outros deficientes de "pessoas malacabadas". O tom é de brincadeira, mas não tem a menor graça! Tem esterótipos e termos que deveriam ser engraçados, mas que só depreciam os deficientes.
Reproduzo, aqui, inclusive com alguns dos comentários. O Link da matéria está acima!

A conquista dos autistas

POR Jairo Marques
“Zente”, apesar de alguns meios de comunicação já terem falado sobre o assunto, ainda falta um bocado de informação no que diz respeito de mais uma lei criada neste país. Desta vez, as regras dizem respeito a esse universo paralelo em que vivem as pessoas “malacabadas”.

“Beleza tiozão, mas deixa de lengua-lengua e desembucha. O que mudou?”
Seguinte, meu povo querido: desde o começo de dezembro de 2012, os “zimininos” autistas passam a ter os mesmíssimos direitos que qualquer pessoa com deficiência.
Isso quer dizer que o galerê com autismo vai entrar na cota do mercado de trabalho, vai poder comprar carro com desconto de imposto, vai ter assegurado mecanismos de inclusão e que facilitem sua interação em sociedade.

Eu jamais poderia ser contrário a essa iniciativa, ‘oficourse’, que vem na esteira da grande mobilização que fez a comunidade ligada à causa. Extraordinária a vitória deles.
O que me cabe diante dessa conquista é dar boas-vindas ao povão “tchubirube” que vai ajudar empurrar essa Kombi ‘véia’ rumo a um mundo com mais atenção às suas diversidades.
Mas cabem alguns questionamentos tanto para os atores políticos, empresariais e líderes sociais:
- Primeiramente, é preciso uma ação em massa para que todos saibam ter definições mais claras do que é o espectro autista. No Brasil, até médicos ainda têm dificuldades para definir um diagnóstico precoce da deficiência.

- Autismo vai fazer parte do grupo de deficiência sensorial, física ou intelectual ou nenhuma dessas? Quais serão as demandas específicas desse público? Se cadeirante quer rampa, cego quer braile, surdo quer legendas ou sinais, qual a demanda que todos nós, leigos, devemos batalhar por esse grupo?
- Com mais pessoas pleiteando os mesmos direitos, ampliam-se as demandas. Qual a resposta do poder público para isso? Ou vamos ter apenas um número maior de pessoas reclamando, reclamando, reclamando que as coisas não funcionam como deveriam?

- Alguns autistas possuem limitações em ter interações sociais. Como fica o papel da sociedade nisso? Já passou da hora de bater o bumbo a respeito dessa questão. Se até hoje puxam o braço dos cegões ao atravessar a rua, em vez de cedê-lo, imagina o que não rola com alguém que pode ter dificuldades diversas de se relacionar.

- E as escolas? Os professores começaram há poucos anos entender, repito, entender as peculiaridades de um PC, de um surdo… Que estrutura eles terão para dar o atendimento correto a um autista?
É ótimo para os políticos propagandearam que aprovaram uma lei (mais uma), mas é péssimo não ter um caminho definido de ação e de resposta concreta diante daquilo que puseram peso legal.

Os autistas são, evidentemente, muito bem-vindos ao time dos que não tem perna, dos que tem o escutador de novela avariado, dos que puxam cachorro, dos que são meio “lelés”, dos que babam um pouquinho pelo canto da boca.

O que queremos agora, com essa força extra (que havia um tempo já se achegava!!) é engrossar o coro de que é preciso ação efetiva para que as coisas aconteçam, para que o respeito às diferenças se exerça e que todos possam, de forma efetiva, viver bem em seus espaços do jeito que são… ou que podem ser.

288 comentários feitos no blog

  1. Mayara comentou em 22/01/13 at 12:16 Responder
    Gente sou graduada em Jornalismo e pos graduada em marketin e nao posso imaginar como pode ter esse tipo de texto..nao condeno a intençao, mas a forma foi totalmente debochada e cruel.Querido Jairo, me responda.Vc tem alguem na familia dentro do espectro??Vc sabe como sera o seu dia amanha??com certeza nao..entaum deixa a sociedade ir buscando os seus proprios meios de inclusao, de mais amor e respeito..sem questionar que falta isso e aquilo..Falta sim pessoas boas de coraçao e livres de preconceitos….Meu caro…”malacabadas foi tm feio”..fico trsite como pessoa, como mae e principalmente como jornalista.Vc é quase digno de pena…
  2. Anna comentou em 22/01/13 at 12:13 Responder
    que legaaal, um retardado tem página pra escrever tbém! haiushuhshshs Adoooooooro ver idiotas falando merda pra aparecer e poder ter uma coluna…E ainda se formou numa federal? Esse sim é a vergonha do País! Vai “espertão” continua desse jeito que logo logo vc asssume o lugar do Tiririca mané :D Aqui se fala aqui se paaaaga, tomara que vc não fique babando na agonia da morte bonitão! Beijitos seu jigolozão! (estou começando a entrar na onda dos escritores baratos e medíocres! uhuuuul) ;*
    A folha era um jornal bom, mas tá se tornando papel de limpar a bunda…e olha lá, só se for a tua tbém! ahsiuahsuihauihsiuahusas E apaga esse comentário tbém jiglozão, só mostra os outros elogiando suas asneiras né? jigolô e fujão ainda…. tira sarro da sua cara na proxima vez que escrever manézão! :*
  3. janete mauricio de mello comentou em 22/01/13 at 12:01 Responder
    Precisamos sim de Leis, porque do contrário ninguém respeita, é o que já está acontecendo há anos, alguém precisa fazer alguma coisa, uma civilização organizada vive de Leis até severas, Agora para esta lei funcionar precisa ser cobrada de forma correta, e aí precisa do povo começar a agir fazer a sua parte.
  4. Renata Benjamin comentou em 22/01/13 at 11:53 Responder
    Um PL leva pelo menos dois anos de trabalho para vingar em Lei. Profissões foram regulamentadas, classes sociais foram reconhecidas, mesmo que com o mínimo dos direitos adquiridos, trazendo um mundo de esperança para muita gente que aguardava A Voz do Brasil. Alguem manifestou interesse por um grupo que nao tinha prioridade alguma, discriminado, e venceu o primeiro round .
    Suas palavras me soaram buscando IBOP e vc conseguiu. Chamou atenção pela sua negatividade e me pareceu ter tido uma péssima noite antes de colocar suas palavras, “maucriadas”, totalmente descabidas. Talvez valesse a pena se retratar com aqueles que fizeram alguma coisa por um alguem a quem vc usa para vender jornal. Que pena!
    Renata Rezende Valente Benjamin
  5. Janice Gomes comentou em 22/01/13 at 11:49 Responder
    Jairo, a princípio achei estranho o jeito como tu escreve, me senti um pouco incomodada, mas li até o fim e depois reli. Só cheguei até teu texto porque foi compartilhado em um dos grupos de pais de crianças autistas, do qual participo. Mas felizmente cheguei até teu texto, pois acabei gostando. Sou mãe de uma criança autista, meu filho tem 2 anos e meio e me identifiquei quando tu falaste que até os médicos têm dificuldade em diagnosticar. A pediatra dizia que meninos são assim, mais lentos mesmo, e eu seguia intrigada… Quando ele tinha 1 ano e 7 meses, eu mesma o diagnostiquei. Não sou médica, sou apenas uma mãe que percebeu que algo estava errado. Também não conhecia nada sobre autismo e não olhei para ele e pensei “nossa, acho que é autista”, ao contrário, fui ao Google e digitei o que eu achava estranho nele: “meu filho não fala, balança as mãos…” e todos os resultados acabavam em autismo. Assim, lendo e aprendendo, não tive dúvidas, só procurei especialistas para confirmar e indicar os caminhos a seguir. Quanto às questões que tu levanta:
    É preciso, SIM, que as pessoas saibam o que é o autismo. Cada criança no espectro é única, mas muitas apresentam características idênticas, as quais a sociedade desconhece. A imagem que todos têm do autista é de alguém que se balança, não interage… ou então daqueles gênios dos filmes. Precisamos de espaço. Dizem que uma próxima novela vai apresentar um personagem autista, o que é ótimo, pois populariza o tema, espero que seja abordado de forma ampla, e não de forma estereotipada.
    Precisamos de visibilidade, e a TV ainda é a maior forma de divulgar e informar, desde que seja feito de forma adequada.
    As demandas para pessoas com autismo variam, de acordo com idade ou grau do autismo, porém, há coisas básicas, como na idade escolar, por exemplo, o ideal é ter, na escola, profissionais especializados no assunto, para que possam fazer abordagens específicas. Um exemplo: a criança autista, independente do grau, necessita de suporte visual, necessita conhecer sua rotina, então, que as escolas propiciem isso, figuras explicativas, quadro de atividades com as figuras, atividades adaptadas… Uma turma toda fazendo uma atividade de matemática e a criança autista, na mesma sala, pintando o desenho de um patinho não é incluir. Mas, se a criança conseguir, de outra forma, desenvolver o mesmo objetivo da atividade, adaptar isso, para que ela esteja também participando da aula de matemática. Atitudes simples ajudam, como, por exemplo, alternativas para as questões sensoriais, um cantinho, na sala de aula, para o aluno “relaxar”, “se desligar”, não só o autista, mas faz-se um cantinho onde ele vá e outros colegas tb participem, se revezando… enfim, são exemplos pequenos de demandas específicas. Como a escola faz parte da vida de todos, é principalmente lá que as coisas devem funcionar da maneira mais adequada possível, através de pessoas e de recursos materiais, partindo da informação também, aos colegas, aos professores, aos pais dos colegas… para que todos tenham conhecimento de como ajudar e contribuir para o melhor ambiente possível.
    Dificuldades de interação muitas pessoas têm, mesmo as não autistas. Aí, parte-se do bom-senso. Em uma sala de aula, por exemplo, o professor, por meio de estudos e muito diálogo com a família a terapeutas da criança, vai criar estratégias para que, aos poucos, a criança interaja mais. Uma criança autista, no recreio, por exemplo, pode querer se isolar, então, que se criem alternativas para que isso não ocorra, atividades que envolvam a criança até esmo durante o recreio. Um exemplo real é de uma escola que criou o “Clube do Amigo”, e durante o recreio algumas crianças praticavam atividades esportivas com as outras que tivessem dificuldade… uma desculpa para haver o momento de interação.
    Enfim, para cada situação, há um conjunto de ações que podem e devem ser tomadas, assim como em qualquer outro caso de deficiência. Como o autismo ainda possui causa desconhecida e não é uma deficiência que apareça em um exame, por exemplo, é difícil de diagnosticar e de conseguir um laudo.
    Entretanto, hoje, há muito mais informação a respeito, há novas leis (leis, no papel, não servem para nada, mas são necessárias para que pais possam ir até esse papel e dizer: eu tenho direito, sim, olhe, está na Lei!), há mais discussões a respeito. Começa assim, pela informação. A partir disso, é uma luta diária, como é para tudo, principalmente em nosso país. E, por mais informação que exista, há quem olhe torto, há quem não saiba como agir e há quem nem tenha vontade de agir, e temos que conviver com isso. Ficar parado é que não dá!
    Infelizmente, no caso dos professores (sou professora também), somos nós, os pais, que devemos “ensiná-los” muitas alternativas e abordagens… Ninguém nos preparou para sermos pais de crianças com dificuldades no desenvolvimento, nós tivemos que aprender “na marra”, e queremos que as escolas se preparem, mas a grande maioria só irá se preparar se nós ficarmos insistindo e mostrarmos a importância disso. E aí, temos papel fundamental, por isso não há inclusão escolar sem parceria família-escola.
    São inúmeras questões, mas muitas não são tão difíceis quanto parecem, partem apenas da boa vontade. Uma lei como essa também faz com que instituições como a escola se desacomodem, saiam de sua “zona de conforto” e busquem mais informação, a princípio pela “obrigação”, depois, como ocorre com tudo, vão percebendo que não é tão complicado e vira parte da rotina. Os bons professores procuram fazer o melhor, o que lhes falta, geralmente, é incentivo e orientação. Uma pessoa que escolhe ser professor, nesse país, é porque acredita em algo maior, com certeza ninguém escolhe pelo dinheiro… então, geralmente, são pessoas abertas a aprender e a ajudar, basta haver uma parceria legal. E é isso que eu penso, começa pela escola, depois vai se espalhando.
    Coleguinhas que conviverem com uma criança autista já terão outra visão do espectro… e assim vai. É demorado, mas não é impossível.
    Abraços, Janice
    • Jairo Marques comentou em 22/01/13 at 12:14 Responder
      Janice, obrigado pela excelente aula de informação. É isso que mais e mais as pessoas precisam. Um dos meus papeis aqui no blog é abrir campos para que as pessoas expliquem as razões de suas demandas, expliquem porque o Brasil não tem amplos programas de cães-guias e porque uma criança com paralisa cerebral baba pelo canto da boca! As pessoas não mudam de atitude sem conhecimento de causa e sem trazê-las para o nosso lado de alguma forma. E vc foi ótima em se concentrar na questão escolar. É no campo da educação que as coisas podem acontecer de maneira mais veloz. Na escola se cria a inclusão de fato com crianças que entendam as diferenças e com professores que ensinam a lidar com a diversidade. Um beijo
  6. Vany Grizante comentou em 22/01/13 at 9:08 Responder
    Entendo que cada escritor, seja jornalista ou ficcional, procure seu estilo próprio. Mas quando esse estilo deturpa e minimiza as reais preocupações ou intenções do escritor, turvando seu texto e tornando-o apenas mais um monte de palavras apenas para causar polêmica, todo o valor se perde. É o seu caso, caro Jairo. Entendo a preocupação com fundamento que você levanta, mas permita-me dizer que seu texto é um lixo. Sua abordagem poderia ser muito mais realista, sem tentar ser engraçadinho. Não estou falando em nome dos chatos politicamente corretos, mas sim com propriedade por ser alguém que convive com pessoas do espectro autista e portadores de outras deficiências. Concordo sim com a base do seu texto, mas lamento seu estilo metido a engraçadinho com assunto tão sério. Obs: Você tem pós graduação em jornalismo social? Talvez esteja na hora de rever seu estilo, então.
  7. Adriana Araujo comentou em 22/01/13 at 9:06 Responder
    Pois é Jairo… ouvir as coisas de frente dói. Mas acho que o seu trabalho é justamente falar na cara o que os outros ´politicamente corretos´não falariam, mas pensariam! Isto tem seu valor, pois muda o enfoque. O que é inclusão? Agir conforme a lei recem-publicada ou entender que aquela criança/adolescente/adulto é diferente, mas precisa ocupar seu espaço na sociedade e ser feliz???? Eu sou mãe de autista e, acredite, já passei por cada coisa. As vezes na cara da pessoa eu já sinto tudo isso que vc escreveu. Então, mais uma lei não vai mudar os pensamentos sórdidos de quem pensa que o Mundo é dos perfeiros, belos, hetero e inteligentes! A raiz do problema é que a nossa sociedade (Brasil) ainda é quadrada. Por outro lado, a existencia de uma lei é um embrião, uma bote salva-vidas que podemos nos agarrar quando tudo dá errado (e sempre dá, não é mesmo?). Então, vamos discutir mais e mais sobre autismo e outros problemas. Uma Lei não é o bastante e tenho certeza que a Família Azul sabe disso!
    • Jairo Marques comentou em 22/01/13 at 11:21 Responder
      Adriana, a minha questão maior nisso tudo é justamente a sociedade. Como vc bem colocou. O mundo real não é um blog, não é mesmo? O mundo real te trata com preconceito no olhar, no jeito de te descrever de fato, na maneira de não dar oportunidades. E como se quebra isso? Com informação! Com união de pessoas que se entendem e que possam conviver sem redomas, sem “dedos”. Enfim, obrigado pelo comentário. Beijos
  8. Luciana comentou em 22/01/13 at 8:57 Responder
    Meu filho é autista.
    Sinto na pele tudo o que vc escreveu aqui.
    De que adianta a lei se as escolas não sabem o que é AUTISMO?
    • Jairo Marques comentou em 22/01/13 at 11:22 Responder
      Pois é, Luciana. Por isso o assunto precisa sair dos guetos, precisa estar mais na mídia, precisa estar mais em discussões globais em que toooodos possam ter conhecimento sem ter MEDO de falar ou conviver com um autista. Beijos.. tamujunto.
  9. Ana Carolina comentou em 22/01/13 at 8:10 Responder
    Ola Sr. Jaime… Tudo bem? Vou ser sincera e dizer q é a primeira vez q leio um texto seu… he mas de vdd, depois de lê-lo senti vontade de ler outros… gostei da forma como escreve, pq, ao.meu ver, seu objetivo é chocar msmo… e chocar as altoridades pra q haja resultado… gosto de textos criticos… e te parabenizo por este q gostei muito…. Ao msmo tempo, acompanho ja a algum tempo a causa do autismo e consigo entender a indgnacao das familias… o momento é delicado e seu humor pode ter sido interpretado como ofensivo… Só queria mesmo dizer q, da forma q o interpretei, nao vi preconceito e sim uma forma critica de questionar um pais cheio de leis e com pouco resultado! Apenas peco q compreenda q, por conta do historico de preoconceito vivido por algumas pessoas, qualquer pingo parece ser letra! Parabens pelo trabalho e boa sorte com a criticas…. he
    • Jairo Marques comentou em 22/01/13 at 11:23 Responder
      Obrigada, Ana!
  10. Carlos Araujo comentou em 22/01/13 at 7:28 Responder
    Jairo, um abração
    • Jairo Marques comentou em 22/01/13 at 11:24 Responder
      Abraço muito bem-vindo, Carlão! ahahhah.. outro procê
  11. fabioramo comentou em 22/01/13 at 6:40 Responder
    O texto do articulista revela que este e desinformado sobre o tema, pois a superficialidade e evidente.
  12. Naiara comentou em 22/01/13 at 5:16 Responder
    É triste ler comentários de pessoas que “pegaram o bonde andando” porque “caíram de paraquedas” no seu blog.
    Tantas pessoa que tem um autista na família e poderiam ter enriquecido a discussão, mas preferiram ficar te apedrejando sem nem conhecerem o seu trabalho de tanto tempo empurrando a kombi véia.
    Gostei do seu texto, como sempre.
    Adoro seu modo de escrever.
    Só quero dizer que eu sou estrupiada SIM! Tem tantas coisas que me ofendem bem mais do que o seu termo…
    E além disso, eu tenho muito orgulho do meu irmão com Síndrome de Asperger. Eu o amo do jeito que ele é!
    Tamo junto, Jairo!
    • Jairo Marques comentou em 22/01/13 at 11:26 Responder
      Naiara, eu sempre brinco que a inclusão, que a formação de um mundo melhor e mais acessível a todos é uma “guerra”, não é? E em batalhas a gente ganha e perde… o que é importante é seguir atrás do triunfo! Bjos
  13. Michel comentou em 22/01/13 at 2:52 Responder
    Com relação a linguagem hoje não há um limiar definido do que é correto ou incorreto é uma questão cultural, como você não teve a sorte de ter uma cultura das classes dominantes, entendemos suas limitações, talvez dislexia, assim como autistas devem ser encorajados a participar do universo das relações sociais, por que um disléxico não pode ser jornalista? mas a dislexia nada tem haver com os padrões de ética (que é universal, diferente da moralidade que é relativa) e bom senso, os comentaristas podem usar palavras absurdas e de baixo calão mas, não o autor em questão, respeito totalmente seu estilo, apesar de não achar agradável. Fui internado como esquizofrênico, por psiquiatras psicopatas, hora! autista pode iterar-se socialmente, e qual a causa de um psiquiatra psicopata ser impedido de exercer a profissão? Sou autista, não tenho muitos amigos, e não quero entrar no time do que o senhor define como anormais ou defeituosos, avalio seu perfil psíquico pela frase (escutador de novela avariado) uma pessoa que vê as classes menos favorecidas como incultas que só servem para absorver conteúdo semelhante ao que o Sr produziu, temas importantes entretanto com uma abordagem infeliz, não encare como uma critica o que escrevo, encare como um estimulo, pois acho que você pode chegar ao nível de Robert E. Howard.
  14. Kris Poklikucha comentou em 22/01/13 at 2:39 Responder
    Lamentável esse assunto ser tratado de forma tão pejorativa e ainda ter espaço em tal veículo.
    “Malacabados” é seu conhecimento de causa, ou seria só uma forma de polemizar e aparecer? E discordo que você não ofendeu ninguém: como mãe de autista me sinto MUITO ofendida com esta pseudo-matéria. Na era da globalização, cada um fala a MERDA que quiser. Pura MERDA.

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